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Conheça a comovente história de uma mãe que pede que seu filho desista de seu sofrimento

Um câncer raro e extremamente agressivo, ela sentiu, certamente, a pior dor de sua vida. Porém, o mais chocante foi perceber que foi ela quem pediu que ele o fizesse, a fim de que ele desistisse de seu sofrimento.

 

Quando o filho de Ruth veio a falecer com apenas 4 anos, vítima de um cPr mais triste que soe, a dor de uma mãe em perder um filho pode apenas ser intensificada quando ela percebe que o único motivo que faz ele se agarrar à vida é ela.

Saiba mais sobre essa comovente história de amor verdadeiro e, conforme a vontade da própria mãe, conheça a batalha familiar de conviver, diariamente, com uma criança vítima de câncer em casa.

Pedir que seu filho desista de seu sofrimento, às vezes, é a melhor opção

Nolan, filho de Ruth e uma criança de apenas 4 anos, sentia muito medo de estar longe de sua mãe, acompanhando-a até mesmo durante seu banho ou idas ao banheiro.

Isso, porque, no fim, ele queria que ela soubesse o quanto era amada e o quanto que, mesmo em seu sofrimento, ela era uma prioridade para ele.

  • A doença de Nolan começou a se manifestar inesperadamente através de um problema respiratório, o que, de início, fez com que sua mãe pensasse se tratar apenas de um resfriado comum.
  • Porém, com o tempo, ao perceber que esse suposto resfriado não sarava, foi chegada a hora de levar a criança ao médico e foi nesse momento que a família pode perceber que a situação era muito mais grave do que mostravam as aparências.
  • Apenas dois meses após a primeira consulta, Nolan foi diagnosticado com um tumor que afetava diretamente todo seu trato respiratório e que estava crescendo em seus músculos, articulações e gordura.
  • Os principais sintomas apresentados eram a queda das pálpebras, dificuldades em urinar, dores de cabeça e náuseas.

Mesmo se tratando de uma situação extremamente delicada, a família não deixou nem por um segundo de lutar e torcer, o que incluía também o próprio Nolan.

Reviravoltas inesperadas

Conforme o tempo passava e a situação não se mostrava favorável, a família de Nolan se reuniu com os profissionais que comprovaram que o cenário não apresentava expectativas positivas, sendo iniciada a batalha para que Nolan desistisse de seu sofrimento.

  • Com o choque da revelação da metástase, havia chegado a hora de lutar contra a dor. Porém, o que não era esperado é ver Nolan lutar mais do que qualquer um contra a pior dor que podia ser vivida: a dor física.
  • Em busca de deixar a criança o mais confortável possível em uma situação tão triste e avassaladora, Ruth buscou as mais diversas alternativas. Nolan se mostrava sempre o mais forte possível.
  • Ao perceber que Nolan lutava constantemente contra a mostra física das dores que sentia, Ruth decidiu intervir, perguntando ao menino pontualmente onde doía.
  • Nolan respondeu que sentia muita dor ao respirar, mas que não o demostraria em função ao amor que sentia por sua mãe. Foi então que Ruth decidiu que era hora de pedir à Nolan que desistisse de seu sofrimento.

Sendo essa, definitivamente, a parte mais dolorosa do processo, Ruth demonstrou o verdadeiro significado de amor materno.

Amor interminável

Não existe sofrimento maior do que perceber que, mesmo em meio a diversas tentativas, é hora de deixar o maior amor de sua vida partir.

  • Ao perceber que tinha o aval de sua mãe para deixar o sofrimento de lado, Nolan proferiu as palavras mais difíceis que uma mãe pode ouvir: “eu vou esperar por você no céu”.
  • Ruth se manteve forte até o último momento, sabendo que era isso que seu pequeno precisava. Sentir uma dor extrema em função de não partir o coração de sua mãe era injusto não apenas com o pequeno, mas com ela mesma.
  • Ao comprovar que a melhor saída era mais uma vez apostar no conforto do menino, Ruth considerou leva-lo para casa para viver seus últimos momentos, mas Nolan disse que não se incomodava em ficar no hospital.
  • Cinco meses depois de seu diagnóstico, Nolan finalmente descansou em paz. Apesar da grande dor de Ruth, ela sabia que esse é o melhor caminho para ele.

A vida após a morte

A dor de Ruth foi inegável, o que a fez desejar eternizar a história do pequeno e auxiliar todas as outras mães que batalham contra essa ingrata doença através de uma simples mensagem: o amor de uma mãe deve ser sempre superior ao seu sofrimento.

Pedir ao pequeno Nolan para desistir de seu sofrimento não foi nada fácil, mas mais triste seria vê-lo batalhar em função única da facilidade de sua mãe.

Finalmente, Ruth conclui pedindo que sejam sempre aproveitados ao máximo os momentos junto a aqueles que se ama, mesmo em situações que não parecem ideais. Afinal, nunca se sabe quando esse tempo pode se evair.

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Publicado por Programador
Revisado em 24/01/2018

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